quinta-feira, 15 de novembro de 2012

http://www.geh.com.br/forum/viewtopic.php?f=5&t=4701&st=0&sk=t&sd=a&start=15

Sei que ainda sou criança

Tenho muito que aprender

Mas quero ser criança quando eu crescer

Nosso mundo é um brinquedo
Com pecinhas para unir
Ele será todo seu, se você pensar assim 
Refrão
Vamos construir uma ponte em nós
Vamos construir, pra ligar seu coração ao meu
Com o amor que existe em nós!
E você que é gente grande
Também pode aprender
Que amar é importante pro meu mundo e para o seu
Mas eu tenho a esperança
De você ser meu amigo
De voltar a ser criança, pra poder brincar comigo 
Refrão
Tudo o que se sonha
Com amor se pode conseguir
Por que tudo é assim, é assim
E a gente vive muito mais feliz!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012



Era uma vez uma ilha...



Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos 

...


A Alegria;

A Tristeza;

A Vaidade;

A Sabedoria...

...e todos os outros sentimentos. Por fim, o Amor ...


Mas um dia foi avisado aos moradores que aquela ilha iria 

afundar.

Todos os sentimentos se apressaram para sair da ilha, 

pegaram seus barcos e partiram. Mas o Amor ficou, pois 


queria ficar mais um pouco na ilha, antes que ela afundasse. 


Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor 


começou a pedir ajuda.


Nisso vinha a Riqueza e o Amor disse:


- Riqueza leva-me com você?


- Não posso ajudar, Amor você está todo molhado e poderia 


estragar meu barco!

Então o Amor pediu ajuda a Tristeza:


- Tristeza, deixe-me ir com você?


- Ah Amor! Estou tão triste que prefiro ficar sozinha ...

Também passou a Alegria, mas estava tão alegre que nem 

ouviu o Amor chamar.


Já desesperado, o Amor começou a chorar, foi quando uma 

voz lhe chamou:


- Venha Amor, eu levo você!


Era um velhinho, mas o Amor ficou tão feliz que esqueceu 

de perguntar seu nome.

Chegando do outro lado da margem, ele perguntou à 

Sabedoria:


- Sabedoria, quem era aquele velhinho que trouxe-me até 

aqui?



- Era o Tempo.

- Mas porque só o Tempo me trouxe?


A Sabedoria respondeu:


- Porque só o Tempo é capaz de ajudar, entender e 

valorizar um grande Amor!!!

 

Cuidado Senhores Executivos! O RH espera vcs!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Vida é uma história!





               
Porquê quem mais a gente ama é quem nos faz sofrer??? 






Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você
está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Seja Feliz todo dia!!!

Pra um lugar melhor: Louise Hay - você pode curar sua vida

Pra um lugar melhor: Louise Hay - você pode curar sua vida

segunda-feira, 26 de março de 2012







A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

sexta-feira, 23 de março de 2012

 

Não estou sozinha

Hoje de manhã
Quando caminhava pelo campo
Repleto de flores, e
Passarinhos cantando
Você estava comigo
Segurando em minha mão
Caminhava ao meu lado
Sorrindo
Podia te sentir
Podia te tocar
Mas não podia te ver
Sentamos em baixo
De uma enorme mangueira
Sua sombra magnífica
Transformava em magia
Nosso encontro pela manhã
Você dizia palavras bonitas
Recitava lindos versos
Sussurrando em meu ouvido.
Podia te ouvir
Podia sentir sua respiração
Mas não podia te ver
Deitamo-nos na relva verdinha
Contemplando o céu azul
Então pude te sentir mais ainda
Ao encostar-me em você
Uma sensação emocionante
Sentir você aqui tão perto de mim
Então pude perceber
Que jamais estarei sozinha
Sempre estarei com você...

quinta-feira, 22 de março de 2012



Aprendiz da Vida e das Escolas Humanas. Na busca constante, agregando e aprimorando conhecimentos na vida e para a vida.



“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”

O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.

Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!

“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”

É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por que?

Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.

“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”

Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um email, quem não tempo de tomar “aquela breja” com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?

Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso precisamos ter energia para gastar).

Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma) do que o que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?

E, o mais importante, qual é a conseqüência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?

Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.

Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.

Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.

(e a vontade de escrever e a saudade desse lugar são imensas).


quarta-feira, 21 de março de 2012

Escrevo porque não sei cantar,
desafino muito e não guardo nada.
Escrevo em tom de agradecimento,
porque sinto vontade, porque devo!
Escrevo no intuito de afastar o tédio
e preencher os meus momentos.
E para ampliar minha liberdade,
escrevo com a alma!




Sou grato por ter sido menino
e entendido o sinal da cruz;
por cada momento de glória.
Por ter caído e levantado;
por ter crescido um dia,
mantido minhas fantasias
e estar sempre encantado!
Por acreditar na arte
e usá-la como remédio...

Escrevo por que devo!



"E eu só sei que eu sou capaz
De viver sem ler jornais
De nascer a cada dia
De uma forma diferente
De viver em cada sonho
Toda uma realidade
De ser bom comigo mesmo
Pra ser bom com a humanidade"
Guilherme Lamounier


“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”
O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.
Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!
“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”
É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por que?
Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.
“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”
Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um email, quem não tempo de tomar “aquela breja” com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?
Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso precisamos ter energia para gastar).
Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma) do que o que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?
E, o mais importante, qual é a conseqüência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?
Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.
Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.
Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.
(e a vontade de escrever e a saudade desse lugar são imensas).

A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,

o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,

o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Vinícius de Moraes